Jazz, arte e gastrônomia na Rua do Lavradio

Todo terceiro sábado do mês rola o “Jazz, Arte e Gastronomia”, no quarteirão cultural da Rua do Lavradio, entre a Av. Visconde do Rio Branco e Rua do Senado, pertinho da Lapa.

Nesse sábado fez um dia lindo aqui no Rio e eu achei que caía muito bem uma tarde de sol, chopp gelado, amigos e uma big band tocando música de alta qualidade. As mesas dos bares ficam na rua e quanto mais cedo chegar, mais chance de curtir tudo isso sentado. A gente chegou lá pelas 14h e a banda começou sua apresentação logo depois mas o evento começa as 10h e fica rolando música o tempo todo em caixas de som espalhadas pela rua. A arte fica por conta dos antiquários que tem peças maravilhosas (e caras). Já a gastrônima eu sinceramente não vi. Pelo menos no bar que eu escolhi (por questão de disponibilidade de mesa) tinha petiscos e comidas normais de boteco.

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Próximo evento certamente estarei lá e levarei a máquina pra tirar fotos decentes hihihi.

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Nós 4

Meu pai teve quatro filhos, eu sou orgulhosamente a 02 e a única menina, fato esse que sempre adorei.

Papai safadjeenho casou QUATRO vezes. Desses quatro casórios, três tiveram frutos.Nunca entendi quem considera um “meio irmão” (termo horroroso) menos do que um “irmão inteiro”. É sangue do meu sangue, é parte de mim, do que sou e do que vou me tornar. Quem não tem irmão deixa de aprender um monte de coisas: a dividir, a respeitar as diferenças e principalmente deixa de aprender a artimanha de sempre colocar a culpa no caçula. Malzaê, mas é a ordem natural da vida, blame Darwin!

 
Hoje meus pirralhos já são adultos, lindos e do bem. Hoje eu tomo porre de vinho e divido mesa do bar com aquele que já me deu mamadeira várias vezes e foi meu guia e mentor na arte de tomar advertência na escola. Hoje as diferenças de idade são mais ajustáveis e tudo é só amor. Não tem mais briga pelos brinquedos, quem vai no banco da frente do carro e também não tem mais a sacanagem do pino.
 
 
Eles são o que meu pai me deixou. É na gente que o papai vive. Nós herdamos traços, jeitos, personalidade … é pela gente que ele continua vivendo. E juntos somos invencíveis.
Somo um só.
Somos ele.
 
 
 
 
 
 
 

Em tempo, por Márcio Schmidt:
As fotos de nós 4 foram de Edge Santana e Diva Maia. A foto comigo (de camisa cinza) com a Luciana. foi de Diva Maia e a Foto da Luciana com Rodrigo, é minha.

São Paulo

Na quinta feira passada arrumei minhas malas e fui pra São Paulo.

Essa cidade me teve por 4 anos da minha vida e há 13 anos não me tem mais. Reprimi durante muito tempo a vontade que tenho de voltar a morar lá, mas hoje com 26 anos eu resolvi assumir que GOSTO e tenho vontade de voltar a morar na cidade cinza.

 

Meu coração é dividido em pedaços e dois deles, enormes, estão lá. A saudade que tenho dos meus dois amores, que moram lá, é de doer. Meus dois melhores amigos, meus irmãos. A vontade de estar fisicamente perto deles (e de tantas outras pessoas) é forte. Tento ir pra lá sempre que posso. Não bastasse isso tudo, São Paulo foi a cidade que meu pai escolheu pra ele, talvez por isso ela represente tanto pra mim.
Resumindo: eu gosto da cidade e eu amo as pessoas que ela guarda com carinho pra mim. Cidade que me recebe de braços abertos, me acolhe, me cuida, assim como faz com a família que eu deixo por lá sempre que volto.

 

Dessa vez aproveitei pra conhecer alguns lugares que sempre tive vontade de ir: Beco do Batman, Zé do Hamburguer, Feijoada da Lana e as minhas velhas conhecidas 25 de março e Galeria do Rock. O Beco é lindo, sem palavras! E o Zé do Hamburguer ganhou meu coração com o shake de brigadeiro e os sanduiches que tem um preço super acessível.
Se você quer saber mais sobre o Beco do Batman e o Zé do Hamburguer, é só clicar aqui e aqui.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sobre Búzios …

No úlitmo feriado que teve fugi pra Búzios com o meu namorado pra comemorar o aniversário dele (junto com nosso aniversário de namoro) e, claro, pra descansar.

Desde pequena minha mãe me carrega com ela pra Buzios umas duas vezes por ano. Eu odiava. Não por Buzios – apesar de não ser a maior fã de praia – mas porque a minha mãe é a maior fã de praia e eu tinha que passar o dia todo com ela sentada naquela areia quente, naquele calor infernal, sem nada pra fazer. O tempo foi passando, eu cresci e consequentemente ganhei a autonomia de ficar em casa enquanto minha mãe se deliciava o paraíso dela.

Há uns dois anos atrás ela me chamou pra acompanha-la a Buzios e lá fui eu. Dessa vez mais crescida, madura e adulta. Ganhei autonomia de ficar sozinha na pousada (eba) na doce companhia do meu laptop (o tempo não me fez ser a maior fâ de praia) e do pôr do sol do pier. Ai eu curti.

Mas agora … indo com o namorado … tudo mudou. Descobri uma Buzios linda, cheia de amor. Tá, quem tá cheia de amor sou eu, eu sei. Mas gostei do que senti. Apesar de ter um segundo dia de viagem alagado de chuva, foi tudo lindo. Tudo ganhou uma atmosfera diferente e mais harmonica.

Enfim … não sei se fui eu ou se fui eu. Só sei que alguma coisa mudou e bem … será que fui eu? Ou fui eu?

 

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